Mensagem de: Dulce Leia Garcia Pazini [leia@linsnet.br]
Enviada em: 20 de fevereiro de 2006
Prezados Carla e Oberdan,
Sou professora de Geografia da Rede Pública do estado de São Paulo e estou
tentando inserir o uso das imagens de satélite em um projeto ambiental na
escola, apesar de saber que a iniciativa é um desafio.
Ao ler este artigo, concluí que estou no caminho certo. Percebi que o
geoprocessamento traz uma maneira diferente de interpretar o dado, criando um
choque cultural no próprio ambiente de ensino, pois estamos acostumados a
analisar “o que” somos e “como” somos, com o geoprocessamento
identificamos “onde” estamos.
Desta forma venho parabenizá-los pelo trabalho realizado e ao mesmo tempo pedir
apoio para que divulguem à secretaria da educação que: “acreditamos que o
ensino escolar desta tecnologia criará desafios culturais educacionais e
científicos, permitindo e contribuindo para o desenvolvimento de um indivíduo
diferente quanto a seus hábitos, percepções, atitudes, gostos e processos
mentais”.
Gostaria ainda de saber se poderíamos ter acesso aos dados citados no artigo,
como: a imagem de São Paulo, dados de indústrias, comércio, enfim todos que
pudéssemos trabalhar com nossos alunos, desenvolvendo trabalhos excelentes.
OBS: Fiz vários cursos no INPE de Sensoriamento Remoto aplicado a educação,
faço Pós-Graduação em Geoprocessamento e estágio há um ano no Centro Tecnológico
de Geoprocessamento -- CTGEO de Lins-SP. Em parceria com este Centro Tecnológico
levamos 40 professores de geografia da Diretoria de Ensino de Lins a
GEOBRASIL /2005, sem nenhum custo. Utilizo um SIG próprio do CTGEO que se
denomina CTGEO Escola, SIG próprio para Ensino Fundamental e Médio.
Tenho muita vontade de levar adiante este projeto e conto com o apoio de vocês.
Grata pela atenção, e a disposição para qualquer esclarecimento.
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