Volta para 1ª página      Fale conosco                                                                                       SP.GOV 06
 

. opiniões >

Matéria: Ações preventivas melhoram saúde dos servidores

Comentário de Ten. Cel. João Claudio Valerio
Coordenador de Orçamento da SSP [valerio@polmil.sp.gov.br]
Enviado em: 14 de fevereiro de 2006

Srs.

Recebi a revista sp.gov 06, achei interessante a matéria sobre ações preventivas. Quero dizer que, aqui na sede da Sec da Segurança Pública, onde trabalham funcionários civis, policiais civis e militares, já de algum tempo temos em funcionamento um programa semelhante, sendo o forte uma sala com vários equipamentos para atividades físicas, tudo monitorado por profissionais de educação física. Eventualmente se fazem palestras com nutricionistas, médicos e psicólogos. Tínhamos, até pouco tempo, um consultório médico, mas por problemas de logística foi desativado, as pessoas que aqui trabalham se deslocam para atendimento em outros locais. O ideal seria que um médico, duas ou três vezes por semana, acompanhasse as pessoas que estão no programa. Ações como a demonstrada na revista só fortalecem o corpo de funcionários. Apesar de ser prática antiga na iniciativa privada, no nosso meio ainda precisamos avançar mais. O maior capital é o Homem. Estas medidas reduzem o absenteísmo e as licenças para tratamento de saúde. Parabéns a Secretaria da Agricultura e a revista por divulgar.

Matéria: Bem-vindos ao setor público
Comentário de Milena de Senne Ranzini [milena.ranzini@campinas.sp.gov.br]
Enviado em: 16 de fevereiro de 2006


Bom dia,
Meu nome é Milena Ranzini e trabalho como Analista de Recursos Humanos na Escola de Governo da Prefeitura de Campinas – SP. Achei muito interessante a matéria sobre estágio no setor público e aqui em Campinas temos um programa completo voltado para a valorização do estagiário. Há três anos o recrutamento e seleção era feito via agente de integração e mudamos este procedimento trazendo a seleção para dentro da Prefeitura. O
processo seletivo interno visa atender melhor aos interesses das secretarias e tem inscrição gratuita e aberta a todos os estudantes de ensino técnico e superior da Região Metropolitana de Campinas. Porém, já tivemos estagiários da USP-SP, Unesp – Araraquara e Rio Claro e Ufscar – São Carlos e fazemos o convênio direto com as instituições de ensino.
A Escola de Governo realizou em 2004 e 2005 a Oficina de Estagiários onde os mesmos apresentaram as atividades desenvolvidas durante o período de estágio. No primeiro anos os 32 estagiários participantes inscreveram 22 trabalhos e no ano seguinte foram apresentados 09 trabalhos. Ficamos impressionados com a qualidade dos trabalhos apresentados e para o ano de 2006 estamos programando a publicação das pesquisas. Na Oficina os estagiários apresentam-se de diversas maneiras e utilizam diversos recursos multimídia. São estudantes de diversos cursos (arquitetura, administração, assistência social, economia, engenharia ambiental, medicina veterinária, psicologia, etc) e que tratam dos mais diversos temas: “Análise e reenquadramento das despesas de custeio e investimentos da Secretaria Municipal de Educação de Campinas no período 2000-2005”; “SAMIM - Serviço de Atendimento ao Migrante, Itinerante e Mendicante”; “O campo de estágio como incentivador de pesquisa”; “O papel do estagiário dentro do CEAMO - Centro de Referência e Apoio à Mulher”, entre outros.
Apesar dos estagiários terem a consciência de que não serão efetivados, como mostrado na reportagem, eles apresentaram muita disposição para a atuação no setor público. Este é um investimento que está sendo feito para os potenciais servidores da gestão pública brasileira!
Matéria: Informação espacial a serviço da gestão
Mensagem de: Dulce Leia Garcia Pazini [leia@linsnet.br]
Enviada em: 20 de fevereiro de 2006

Prezados Carla e Oberdan,

Sou professora de Geografia da Rede Pública do estado de São Paulo e estou tentando inserir o uso das imagens de satélite em um projeto ambiental na escola, apesar de saber que a iniciativa é um desafio.
Ao ler este artigo, concluí que estou no caminho certo. Percebi que o geoprocessamento traz uma maneira diferente de interpretar o dado, criando um choque cultural no próprio ambiente de ensino, pois estamos acostumados a analisar “o que” somos e “como” somos, com o geoprocessamento identificamos “onde” estamos.
Desta forma venho parabenizá-los pelo trabalho realizado e ao mesmo tempo pedir apoio para que divulguem à secretaria da educação que: “acreditamos que o ensino escolar desta tecnologia criará desafios culturais educacionais e científicos, permitindo e contribuindo para o desenvolvimento de um indivíduo diferente quanto a seus hábitos, percepções, atitudes, gostos e processos mentais”.
Gostaria ainda de saber se poderíamos ter acesso aos dados citados no artigo, como: a imagem de São Paulo, dados de indústrias, comércio, enfim todos que pudéssemos trabalhar com nossos alunos, desenvolvendo trabalhos excelentes.
OBS: Fiz vários cursos no INPE de Sensoriamento Remoto aplicado a educação, faço Pós-Graduação em Geoprocessamento e estágio há um ano no Centro Tecnológico de Geoprocessamento -- CTGEO de Lins-SP. Em parceria com este Centro Tecnológico levamos 40 professores de geografia da Diretoria de Ensino de Lins a GEOBRASIL /2005, sem nenhum custo. Utilizo um SIG próprio do CTGEO que se denomina CTGEO Escola, SIG próprio para Ensino Fundamental e Médio.
Tenho muita vontade de levar adiante este projeto e conto com o apoio de vocês.
Grata pela atenção, e a disposição para qualquer esclarecimento.

P&aacÐ